MTK Group em destaque na Revista Minha

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Ao longo da conversa, são abordados temas centrais para o posicionamento do grupo, como a importância da consultoria à medida, a construção de um ecossistema integrado de serviços, o investimento contínuo no talento e a aposta estratégica na inovação, automação e inteligência artificial.

SIFIDE: As mudanças essenciais da nova Proposta de Lei

SIFIDE As mudanças essenciais da nova Proposta de Lei

A nova proposta de lei apresentada na Assembleia da República prolonga o SIFIDE II até 2026 e redefine várias regras que terão impacto direto no investimento empresarial em I&D e no planeamento fiscal das empresas. Paralelamente, prepara o caminho para um novo modelo de incentivo pós-2026.

Linha Deep Tech vai atribuir 20 vouchers de 750 mil euros

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A nova aposta do Instrumento Financeiro para a Inovação e Competitividade, foi criada para impulsionar projetos tecnológicos com base científica e engenharia avançada. Integrada no âmbito do PRR, esta iniciativa pretende reforçar a inovação empresarial e acelerar a chegada de soluções disruptivas ao mercado.

Lançamento oficial do Portugal 2030

Lançamento oficial do Portugal 2030 Foi publicado na passada quinta-feira (14/07/2022) a assinatura do Acordo de Parceria entre o Governo Português e a Comissão Europeia para o período de 2021-2027, no valor global de 23 mil milhões de euros, materializando o lançamento oficial do Portugal 2030. A programação do Portugal 2030 é feita em torno de cinco objetivos estratégicos da União Europeia: + Inteligente, investindo na inovação, na digitalização, na competitividade das empresas, nas competências para a especialização inteligente, a transição industrial e o empreendedorismo.; + Verde, acompanhando a emergência climática e incorporando as metas da descarbonização, através do apoio à inovação e à economia circular, beneficiando os métodos de produção sustentável. + Conectada, com redes de transportes estratégicas, mobilidade mais sustentada e com forte aposta na ferrovia; + Social, apoiando a educação, a igualdade de acesso aos cuidados de saúde, o emprego de qualidade, a formação ao longo da vida e a inclusão social, na senda das prioridades estabelecidas no Pilar Europeu dos Direitos Sociais.; + Próxima dos cidadãos, apoiando estratégias de desenvolvimento a nível local, promotoras de coesão social e territorial, e apoiando o desenvolvimento urbano sustentável, baseado no conceito de interligação de redes, centrada nas necessidades das pessoas.   A versão final do Acordo de Parceria Portugal 2030 foi resultado de uma intensa negociação com a Comissão Europeia no decorrer dos últimos meses e integra os contributos da consulta pública e da audição de diversos parceiros sociais, económicos e da sociedade civil. Segue-se a negociação dos Programas, que deverá estar concluída até ao final do ano, altura em que serão lançados os primeiros avisos de concurso do Portugal 2030.  Entretanto, encontra-se em aberto, a possibilidade de se proceder ao registo do pedido de auxílio no âmbito do Sistema de Incentivos à Inovação Produtiva e do Sistema de Incentivos à Investigação e Desenvolvimento Tecnológico – I&D Empresarial. O registo do pedido de auxílio permite ao beneficiário definir o início do projeto, garantindo a elegibilidade de despesas, antes mesmo da abertura oficial dos primeiros avisos de concurso do Portugal 2030. A MTK Consulting tem o conhecimento necessário para o ajudar na sua candidatura. Entre em contacto com os nossos especialistas.

Crescimento das exportações de bens e serviços portugueses em 2021

Crescimento das exportações de bens e serviços portugueses em 2021 De acordo com dados do Banco de Portugal, em novembro de 2021, as exportações de bens e serviços registaram um crescimento de 2,1 por cento face a outubro de 2021, atingindo os 8.399 milhões de euros. Por sua vez, as importações foram de 9.217 milhões de euros. Em termos de componentes, os Bens representaram 70,2 por cento das exportações totais e 83,7 por cento das importações. Desse modo, os serviços registaram 29,8 por cento e 16,3 por cento daqueles fluxos. Entre janeiro e novembro de 2021, as exportações de bens e serviços ascenderam a 80.666 milhões de euros, contra 68.369 milhões de euros no período homólogo de 2020, ou seja, um aumento de 12.297 milhões de euros. No mesmo período, as Importações totalizaram 85.046 milhões de euros e aumentaram 13.857 milhões de euros. Neste período, Espanha foi o principal destino das nossas exportações com uma quota de 22,9 por cento no total, seguindo-se França (14,1 por cento) e Alemanha (10 por cento). O Reino Unido foi o principal país cliente extracomunitários e o quarto em termos globais, seguindo-se os EUA, Angola e Brasil.   Por tipos de bens e serviços, a rubrica de Viagens e turismo constituiu a principal exportação com uma quota de 11,2 por cento, seguindo-se a rúbrica de Máquinas e Aparelhos (10,4 por cento do total). Nas importações, prevaleceram os bens Máquinas e Aparelhos, Químicos e Combustíveis Minerais. Os serviços mais importados foram os de Outros serviços fornecidos por empresas.

Banco de Fomento lança dois programas de capitalização de 650 milhões

Banco de Fomento lança dois programas de capitalização de 650 milhões O Banco Português de Fomento (BPF) lançou no passado dia 25 janeiro os dois primeiros programas de apoio à capitalização de empresas, com uma dotação global de 650 milhões de euros, assegurados pelo Plano de Recuperação e Resiliência. O Programa de Recapitalização Estratégica e o Programa Consolidar são os dois que avançam já e têm por objetivo apoiar a solvabilidade e resiliência financeira de empresas nacionais estratégicas e o investimento produtivo, em crescimento e consolidação empresarial.  O Programa de Recapitalização Estratégica tem uma dotação de 400 milhões de euros.  O programa visa repor os capitais próprios de empresas de interesse estratégico nacional, com foco em médias empresas, small mid caps e mid caps, para níveis pré-pandemia. Os investimentos são feitos através de investimento direto e/ou garantias usando instrumentos de capital ou, preferencialmente, empréstimos participativos ou outros instrumentos de quase-capital, este programa visa ajudar a suprir o “hiato de financiamento” que, atualmente, deverá ser superior a dois mil milhões de euros em matéria de capitalização e a oito mil milhões de euros em termos de empréstimos. Os empréstimos são feitos a dez anos, mas pode haver exceções quando devidamente justificadas, “nomeadamente dado o interesse estratégico e a impossibilidade de prever uma saída no prazo definido no ponto anterior, as operações poderão prever prazos mais longos”, pode ler-se na ficha técnica do produto. O programa Consolidar vai ter uma dotação de 250 milhões de euros para apoiar a subscrição de fundos de capital de risco para investimento em PME e mid caps, que sofreram com a pandemia, mas economicamente viáveis e com potencial de recuperação. “O Programa Consolidar pretende promover o crescimento, expansão, consolidação de projetos empresariais, bem como o desenvolvimento de novas áreas de negócio e novos produtos, através da restruturação dos respetivos modelos de negócio e a profissionalização e reforço da equipa de gestão dos beneficiários finais”.  O banco de fomento esclarece que será dada prioridade aos intermediários financeiros cuja política de investimento privilegie investimentos no setor da indústria, agrobusiness, saúde, comércio, turismo, transportes e logística, e serviços. Por outro lado, o investimento nos fundos de capital de risco terá condições de investimento iguais às dos investidores privados em cada fundo de capital de risco, nomeadamente um investimento mínimo de dez milhões de euros e máximo de 50 milhões; comparticipação máxima de 70% da dotação total de cada fundo de capital de risco; comparticipação privada de pelo menos 30% do capital total subscrito de cada fundo de capital de risco e uma dimensão mínima de cada fundo de capital de risco de 40 milhões de euros. O Banco de Fomento acrescenta ainda que o financiamento máximo por beneficiário final pode ser de até 25% do capital subscrito pelo fundo de capital de risco e um máximo de 25 milhões de euros, mas que esses “montantes poderão ser potenciados por possíveis operações de co-investimento com outros investidores”. Por outro lado, “as operações no beneficiário final devem ter pelo menos 70% do montante investido com recurso a instrumentos de capital e quase-capital, “seja através de ações ordinárias ou preferenciais e/ou prémios de emissão, financiamentos classificados entre capital próprio e dívida, ou uma combinação de ambos”.